Olá
Em comemoração ao nosso segundo dia das mães fizemos uma sessão de fotos em estúdio, dessa vez papai participou também.
E no dia das mães eu recebi um texto lindo e verdadeiro sobre a maternidade de uma mamãe dose dupla como eu, que eu não conheço pessoalmente...Mas que em uma rápida conversa pelo chat do Facebook a 2 anos atrás me passou informações sobre o médico que havia feito seu tratamento para engravidar, que era o mesmo que eu tinha procurado e me relatou que o tratamento dela havia dado certo na primeira tentativa e ela tinha um casal de gêmeos...Ali decidi que eu realmente continuaria com aquele médico....E....10 meses depois eu também tinha o meu casal de gêmeos....resultado da primeira tentativa com sucesso!
Vamos ao texto de Cris Guerra...
Dizem: quando nasce um bebê, nasce uma mãe também. E um polvo. Um restaurante delivery. Uma máquina de chocolate prontinho. Uma mecânica de carrinhos de controle remoto. Uma médica de bonecas. Uma professora-terapeuta-cozinheir a de carreira medíocre. Nasce uma fábrica de cafuné, um chafariz de soro fisiológico, um robô que desperta ao som de choro. E principalmente: nasce a fada do beijo.
Quando nasce um bebê, nasce também o medo da morte – mães não se conformam em deixar o mundo sem encaminhar devidamente um filho.Não pense você que ao se tornar mãe uma mulher abandona todas as mulheres que já foi um dia. Bobagem. Ganha mais mulheres em si mesma. Com seus desejos aumentam sua audácia, sua garra, seus poderes. Se já era impossível, cuidado: ela vira muitas. Também não me venha imaginar mães como seres delicados e frágeis. Mães são fogo, ninguém segura. Se antes eram incapazes de matar um mosquito, adquirem uma fúria inédita. Montam guarda ao lado de suas crias, capazes de matar tudo o que zumbir perto delas: pernilongos, lagartas, leões, gente.Mães não têm tempo para o ensaio: estreiam a peça no susto. Aprendem a pilotar o avião em pleno voo. E dão o exemplo, mesmo que nunca tenham sido exemplo. Cobrem seus filhos com o cobertor que lhes falta. E, não raro, depois de fazerem o impossível, acreditam que poderiam ter feito melhor. Nunca estarão prontas para a tarefa gigantesca que é criar um filho – alguém está?Mente quem diz que mãe sente menos dor – pelo contrário! Ela apenas aprende a deixar sua dor para outra hora. Atira o seu choro no chão para ir acalentar o do filho. Nas horas vagas, dorme. Abastece a casa. Trabalha. Encontra os amigos. Lê – ou adormece com um livro no rosto. E, quando tem tempo pra chorar – cadê? -, passou. A mãe então aproveita que a casa está calma e vai recolher os brinquedos da sala. “Como esse menino cresceu”, ela pensa, a caminho do quarto do filho. Termina o dia exausta, sentada no chão da sala, acompanhada de um sorriso besta.Já os filhos, ah… Filhos fazem a mãe voltar os olhos para coisas que não importavam antes. O índice de umidade do ar. Os ingredientes do suco de caixinha. O nível de sódio do macarrão sem glúten. Onde fica a Guiné-Bissau. Os rumos da agricultura orgânica. As alternativas contra o aquecimento global. Política. E até sua própria saúde. Mães são mulheres ressuscitadas. Filhos as rejuvenescem, tornando a vida delas mais perigosa – e mais urgente.Quando nasce um bebê, nasce uma empreiteira. Capaz de cavar a estrada quando não há caminho, só para poder indicar: “É por ali, filho, naquela direção”.
Enfim....perfeito! Eu ainda não entrei na fase de conseguir ler um livro, ou de adormecer lendo....na verdade eu nem consigo ver televisão!!!
Eu abri mão da minha carreira e do meu negócio para ser mãe full time por dois anos, o que no começo foi um pouco frustrante....mas após alguns meses eu simplesmente não me vejo mais fazendo o que eu fazia antes...Eu realmente sou uma nova mulher...Eu me reinventei nesse ano que passou e vou ter que me reinventar no ano que vêm quando pretendo voltar ao mercado de trabalho, mãe de dois filhos que irão para a escolinha pela primeira vez, administradora do lar e esposa...
Ah...algumas fotos do nosso ensaio...






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